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Using two different Classifications of Drug Related Problems in community pharmacies – the Portuguese experience

 

Uso de dos diferentes clasificaciones de problemas relacionados con medicamentos en farmacias comunitarias – La experiencia portuguesa

Utilização de duas classificações diferentes de problemas relacionados com medicamentos em farmácias de oficina – a experiência portuguesa
Seguimiento Farmacoterapéutico 2004; 2(4): 267-285
Suzete COSTA, Cristina SANTOS, Anabela MADEIRA, Maria Rute SANTOS, Rita SANTOS.
Resumen

Objetivos: Describir y discutir: a) la experiencia de las farmacias portuguesas utilizando la Clasificación de PRM de Pharmaceutical Care Network Europe (PCNE) ver.1.2 durante la fase piloto de los programas de gestión de la enfermedad; b) las herramientas desarrolladas por la ANF para ayudar a los farmacéuticos comunitarios en este proceso; c) las decisiones adoptadas en relación a las clasificaciones, para la expansión de estos programas en Portugal; d) el uso de la clasificación de PRM del Segundo Consenso de Granada clasificación en los pasados 19 meses.
Métodos: Análisis del uso de dos clasificaciones de PRM en una intervención prospectiva en dos periodos: 1º) de nov-2001 a dic-2002 en 88 farmacias/396 pacientes inicialmente incluidos: en este periodo (fase piloto) las farmacias usaron la clasificación PCNE-DRP ver 1.2; y 2º) desde abril-2003 después de introducir la clasificación de PRM del Segundo Consenso de Granada.
Resultados: Durante la fase piloto, los farmacéuticos identificaron 1407 PRM – la categoría mas frecuentemente comunicada fue la falta de medicación (40%). Los farmacéuticos informaron y/o la ANF observó varios problemas durante la formación in situ al usar la clasificación PCNE-DRP ver 1.2. Debido a esto, se desarrollaron algunas herramientas para ayudar a los farmacéuticos en el uso de esta clasificación, aunque no se alcanzó una resolución óptima. Se adoptó la clasificación de PRM del Segundo Consenso de Granada para la expansión de estos programas y desde abril 2003 a noviembre 2004 e identificaron 1142 PRM, siendo la inefectividad cuantitativa la categoría más frecuentemente comunicada (48%). A partir de entonces, los farmacéuticos informaron y los supervisores de los programas de la ANF observaron un abordaje más consistente, sistemático y práctico.
Conclusiones: Para funciones prácticas, solo es adecuada una clasificación de PRM que sea capaz de asegurar una clasificación e identificación de PRM progresiva, sistemática y consistente. La nueva clasificación adoptada desde abril-2003 – El Segundo Consenso de Granada – ha demostrado durante los pasados 19 meses satisfacer estos requisitos en un entorno de ejercicio real con una amplia muestra de farmacéuticos. Por tanto se sugiere su adopción para fines prácticos y para permitir la comparación de datos.

 

Palabras clave: Problemas relacionados con medicamentos. Sistemas de clasificación. Farmacia comunitaria.
Abstract
Objectives: To describe and discuss: a) the experience of Portuguese pharmacies in using the Pharmaceutical Care Network Europe (PCNE) DRP Classification ver. 1.2 during the pilot intervention of pharmacy-based disease management programs; b) the tools developed by ANF to assist community pharmacists in this process; c) the decisions concerning the classification adopted for the expansion of these programs in Portugal; d) the use of the Second Granada Consensus DRP classification in the past 19 months.
Method: Analysis of the use of two DRP classifications in a prospective intervention in two periods: 1st) from Nov-2001 to Dec-2002 in 88 pharmacies / 396 patients initially enrolled. In this period (pilot intervention), pharmacies used the PCNE DRP Classification ver. 1.2; and 2nd) since April 2003, after introducing Second Granada Consensus DRP Classification.
Results: During the pilot intervention, pharmacists identified 1407 DRPs – the most common category reported was lack of drug (40%). Several problems were reported by pharmacists and/or observed by ANF program supervisors during on-site coaching when the former tried to use the PCNE DRP Classification ver. 1.2. Due to this, some tools were developed to assist pharmacists in the use of this classification although optimal resolution was not achieved. A the Second Granada Consensus DRP classification was adopted for the expansion of these programs and between April 2003 and November 2004, pharmacists had identified 1142 DRPs, being quantitative non-effectiveness of drug therapy the most common category (48%) reported. A more consistent, systematic and practical approach was reported, this time, by pharmacists and observed by ANF program supervisors.
Conclusions: Only a DRP classification that is capable of ensuring a stepwise, systematic and consistent identification and classification of DRPs is suitable for practice purposes. The new classification adopted since April 2003 – the Second Granada Consensus - in real practice environment by a large sample of pharmacists has demonstrated, over the past 19 months, to meet these requirements. Therefore, it is suggested to be adopted in other countries for practice purposes and to allow comparison of data.

Keywords: Drug-related problems. Classification systems. Community Pharmacy.
Resumo
Objectivos: Descrever e discutir: a) a experiência das farmácias portuguesas na utilização da classificação de PRMs do Pharmaceutical Care Network Europe (PCNE) ver. 1.2 durante o ensaio-piloto dos Programas de Cuidados Farmacêuticos; b) as ferramentas desenvolvidas pela ANF para apoiar os farmacêuticos neste processo; c) as decisões em relação à classificação adoptada para a expansão destes programas em Portugal; d) a utilização da classificação de PRMs do Segundo Consenso de Granada nos últimos 19 meses. Métodos: Análise da utilização de duas classificações de PRMs numa intervenção prospectiva em dois períodos: 1) de Novembro de 2001 a Dezembro de 2002 em 88 farmácias / 396 doentes integrados. Neste período (ensaio-piloto) as farmácias usaram a classificação de PRMs do PCNE ver. 1.2; e 2) desde Abril de 2003, após introdução da classificação de PRMs do Segundo Consenso de Granada.
Resultados: Durante o ensaio-piloto, os farmacêuticos identificaram 1407 PRMs – a categoria mais identificada foi P1: “falta de medicamento que parece ser necessário” (40%). Os farmacêuticos reportaram e/ou as gestoras de programa da ANF observaram vários problemas com a utilização desta classificação durante o processo de acompanhamento das farmácias no ensaio-piloto. Em consequência, foram desenvolvidas algumas ferramentas para apoiar os farmacêuticos na utilização desta classificação, embora não tenha sido possível ultrapassar totalmente as dificuldades e os problemas detectados. Para a fase de expansão destes programas foi adoptada a classificação de PRMs do Segundo Consenso de Granada e, entre Abril de 2003 e Novembro de 2004, foram identificados 1142 PRMs, sendo a categoria não-efectividade quantitativa a que foi mais frequentemente reportada (48%). Desta vez, as gestoras de programa observaram e os farmacêuticos reportaram uma abordagem mais consistente, sistemática e prática.
Conclusões: Uma classificação de PRMs adequada à utilização na prática profissional deve ser capaz de assegurar uma identificação e classificação de PRMs sequencial, sistemática e consistente. A nova classificação adoptada desde Abril de 2003 por um número considerável de farmacêuticos – o Segundo Consenso de Granada – demonstrou, nos últimos 19 meses, satisfazer estes requisitos na prática diária. Por este motivo, sugere-se que esta classificação seja adoptada em outros países para a prática profissional e para permitir a comparação de resultados.
Palabras chave: Problemas relacionados com medicamentos. Classificações. Farmácia de oficina.
 
 
 

 

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